domingo, 30 de setembro de 2012

Era para ser somente a descrição do "quem sou eu", mas ficou tão grande que julgo valer uma postagem!

O primeiro.
É bom pra você saber quem vos fala...


Eu sou a Josiane, da Nair e do José Pedro, neta de Dona Iá e Seu Lauriano, da Adriele, da Ariane, do Pedro e da Katarina, do Amor e tantos outros amigos, familiares e pessoas que cruzam minha estrada. Eu me dou, a cada um intensamente. Sou feita de partes... inacabadas talvez... carrego um pedacinho de tanta gente, de cada experiência, de cada vivência.
Nasci em fevereiro de 1986, carnaval, sou apaixonada por samba e amo toda a força que vem do rap, gosto de MPB, viajo ouvindo Mart’nália (curto o jeitão dela!) e, o som de qualquer percussão me paralisa, faz com que eu sinta o sangue pulsar na veia e me dá uma alegria sem tamanho... o rap é o grito do meu coração contra tanta injustiça, é a voz de um povo.
Tenho o jeitão de branca e o sangue de negro, sou paulistana, mas minha essência é de mineiro. Sou mulher, sou menina, sou forte...mesmo que pareça ser frágil. Levanto a minha cabeça, a cada tropeço e sigo feliz da vida. Aliás, Felicidade é meu sobrenome. Não tem nada melhor nesse mundo do que ser feliz, na simplicidade, sem ser preciso grandes coisas. O sorriso do meu rosto ninguém tira, é meu, é minha marca, e é uma belezinha ser assim.
Sou formada em Letras, outra paixão, e me orgulho muito disso... é fruto do meu esforço  e da esperança de uma família inteira. Cada lágrima serviu de crescimento, para mim e para os meus. Eu fiz e faço aquilo que gosto sempre. Estudei grego clássico, loucura, mas foi bacana. Eu poderia ser qualquer coisa, mas ser professora é o que sei ser e o que faço de melhor, eu acredito na educação por mais complicada que seja sua situação no Brasil. Ver o brilho no olho de um aluno com alguma descoberta, com alguma produção, com alguma leitura não tem nada que pague. É dar e receber muito mais do que se imagina. É uma troca. Afetuosa.
Eu falo demais, um defeito, e alto na maioria das vezes... me empolgo. Gosto de fazer as pessoas sorrirem. Falo coisas bobas e aparentemente sem sentido. É bem legal. Sou xereta, curiosa e observo demais as coisas, as pessoas e suas atitudes... tenho conclusões pra quase tudo, mas isso não quer dizer que elas estejam corretas! Demoro pra tomar decisões importantes, eu penso demais, em várias possibilidades, porém quando decido, sai de baixo! É opinião demais da conta.
Gosto de ler. Acho o máximo a leitura. Gosto de livros que me levam a devorá-los numa tacada só. Sou louca por poemas, e por outras formas de poesia. Falam a minha alma. Manoel de Barros e o “apanhador de sonhos”.Sou sentimental, gosto de carinho, taaaanto! Tenho medo de barata, muito mesmo. Tenho medo de romper com o antigo em busca do novo, mas faço isso o tempo todo. Acho que tento provar pra mim mesma que sou capaz de vencer os medos. Sou complicada. Sou alérgica a quase tudo. Isso me incomoda um pouco.
Vivo uma coisa hoje, e amanhã já estou sentindo saudade!
Sou um pouco Clarice, sem querer ser.
Gosto de comida e de batom.
Sou ciumenta, com coisas e pessoas, mas sem exageros, acredite!
Sonho pra caracaaaaa, e muitas vezes corro em busca deles.
Gosto de sair de casa, de passear e de ir às compras.
Gosto de español, por isso “las tonterías”.
Cores! Sol! Calor! Me encantam.
Sou católica, de corpo, alma e atitude. Sou de Deus, da Trindade. Sou filha de Nossa Senhora de Pentecostes e tenho como intercessor São José, nutro por ele tamanha admiração. . .queria eu ter sua sabedoria... sinto sua presença na minha vida, fortemente.
Respeito às pessoas, suas crenças, opiniões e forma de viver a vida. Existe algo maior, que é o amor, ele precisa existir em qualquer relação interpessoal. Do contrário, não faz sentido.
Não gosto da Gramática, não me prendo a ela. Não me prendo a quase nada. Independência. . . é uma palavra forte.
Não suporto falsidade, passo longe. Eu quero é Alegria, sinceridade, felicidade.
Ah, Joaninha! Como poderia esquecer! Gosto, gosto, gosto demais! Não sei explicar, ainda vou descobrir qual é a nossa relação. Não tem nada fechado, são páginas a serem descobertas e escritas. . . é só saber esperar!

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